As 5 perguntas mais feitas para nós!

É natural as dúvidas surgirem diante da seleção da plataforma de e-commerce, seja para começar a vender, migrar ou escalar seu negócio online. Pensando nisto, separamos as 05 perguntas mais feitas aqui na WideCommerce durante esse processo de escolha, vem conferir!

1 – Quanto Custa?

Temos planos a partir de R$ 149,00 ao mês, mas o valor é uma questão muito relativa, pois depende das necessidades de cada projeto. Sempre mostramos aos lojistas que existe muitas possibilidades.  Muitas vezes o lojista projeta uma loja robusta para começar e não possui poder para investimento em tudo que deseja, mas conversando com nosso time percebe que pode começar com estrutura mais simples e na medida em que as vendas vão aumentando, pode chegar no projeto mais robusto. Nossas plataformas não limitam a escala do negócio!

2 – Integra com meu sistema (ERP)?
A API das nossas plataformas são abertas, ou seja, estão aptas a integrar com qualquer sistema. Já temos integrações com os principais ERP’s do mercado online e caso o seu não seja um deles, podemos analisar se eles desenvolvem essa integração ou nós também podemos ajudá-lo nesse desenvolvimento.

3 – Consigo ter meus produtos nos marketplaces?
Sim, nossas plataformas integram a mais de 50 marketplaces através de Hub’s de integração e ou ERP’s.

4 – Qual o prazo para loja ficar pronta?
O prazo depende muito do modelo de projeto e do cenário do lojista. Do modelo de projeto porque se houver muitas customizações (funções particulares), o projeto pode levar mais tempo para desenvolvimento, consequentemente para entrar no ar. Do cenário do lojista, porque se não tiver um time para ajudar, pode ser que o prazo se estenda mais, por ter que dividir as prioridades do negócio com o novo projeto. Já tivemos projetos simples que entraram no ar entre 10 e 15 dias e projetos mais customizados em 60 dias.

5 – O que é Go Live Assistido?
Quando a pandemia entrou, vimos que muitos lojistas não tinham conhecimento para colocar as lojas no ar sozinhos. Mesmo com nossa base de conhecimento disponível eles tinham muitas dúvidas. Então criamos o Go Live Assistido, um serviço que pode ser contratado a parte e que através de reuniões semanais, ajudamos o lojista em todos os passos para colocar o projeto no ar.

E aí, este conteúdo te ajudou? Se tiver alguma dúvida que não encontrou respostas aqui, venha falar conosco, queremos te ajudar a se dar bem no online!

Bora pra cima! 🚀

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O comércio eletrônico tem se consolidado como um dos setores mais dinâmicos da economia global. Em mercados emergentes, a previsão é de um crescimento médio anual de 24% até 2027, conforme relatório da fintech canadense Nuvei. O Brasil se destaca nesse cenário, com uma expectativa de aumento de 28% no e-commerce, impulsionado pela adoção de métodos de pagamento inovadores e adaptados às particularidades locais, como o Pix. Brasil: líder na América Latina Mantendo sua posição de liderança na América Latina, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 196,1 bilhões em 2023, um aumento de 4,8% em relação a 2022. Desde 2016, o setor mais que quintuplicou, representando atualmente 11% das vendas totais no varejo nacional. Esse crescimento reflete a forte digitalização do consumo no país, embora ainda haja espaço para expansão quando comparado a mercados mais maduros. A expansão da infraestrutura digital, o aumento da população de classe média e a popularização da internet e dos smartphones são fatores-chave. Além disso, a adaptação dos meios de pagamento às preferências locais tem sido fundamental. No Brasil, o Pix é utilizado por 90% dos adultos e tornou-se essencial para o comércio eletrônico, facilitando transações rápidas e seguras. Setores em destaque O setor de alimentos tem sido um dos grandes protagonistas no crescimento do e-commerce. No primeiro semestre de 2024, essa categoria registrou um aumento de 18,4% no faturamento bruto, segundo dados da Nielsen. Outros segmentos, como eletrônicos, moda e cuidados pessoais, também apresentam desempenho robusto. O smartphone continua sendo o produto mais vendido online, evidenciando a demanda constante por tecnologia e conectividade. Desafios e oportunidades Apesar do crescimento expressivo, há desafios a serem superados. A concentração das vendas online na região Sudeste, que detém 73,5% do total, indica a necessidade de ampliar a inclusão digital em outras áreas do país. Iniciativas como o projeto E-commerce.BR, desenvolvido pelo MDIC e pela ABDI, buscam aumentar a adesão de pequenos negócios ao comércio eletrônico, especialmente em regiões onde esse mercado ainda é tímido. A competitividade também é acirrada, com gigantes como Mercado Livre e Amazon dominando o setor de publicidade digital e retail media no Brasil. Além disso, a tendência global de conteúdos mais autênticos e humanizados nas redes sociais influencia as estratégias de marketing das empresas, que precisam se adaptar para engajar os consumidores de forma mais eficaz. Tendências globais No cenário internacional, mercados emergentes como Índia, México e Emirados Árabes Unidos também registram crescimentos expressivos no e-commerce. A adaptação às preferências locais, especialmente em métodos de pagamento e experiências de compra personalizadas, é crucial para o sucesso global. O uso de aplicativos de mensagens como o WhatsApp para interações comerciais é uma tendência forte, com 95% das empresas brasileiras utilizando a plataforma para contato com clientes. A digitalização, impulsionada por inovações tecnológicas e mudanças comportamentais, oferece oportunidades significativas para empresas que conseguem se adaptar e atender às demandas dos consumidores modernos. Investir em experiências de compra personalizadas, entender as particularidades de cada mercado e superar desafios como a inclusão digital são passos essenciais para aproveitar todo o potencial que o comércio eletrônico tem a oferecer. Por Alfredo Soares

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